João Gomes é impedido de fazer show após crítica a Bolsonaro, mas caso ganha reviravolta; entenda

O nome do cantor João Gomes virou alvo de polêmica. Ele teve negado um pedido de autorização para realizar um show, em Imperatriz-MA, pelo Sindicato Rural da cidade, por ter puxado um coro contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) no Rock in Rio. Na ocasião, João Gomes puxou o coro contra o presidente dizendo “Ei, Bolsonaro”, para que a plateia completasse com “vai tomar no **”. Posteriormente, o artista revelou estar arrependido por ter a consciência de que alguns de seus fãs se sentiram desrespeitados.

 

Em vídeo publicado nas redes sociais, três integrantes do sindicato afirmam que o cantor não é bem-vindo ao Parque de Exposições, pois “tratou mal” o chefe do Executivo. “Fomos procurados para realizar o show do cantor João Gomes aqui dentro da nossa arena, do qual nós negamos, em virtude do comportamento dele de tratar mal a figura do nosso presidente Bolsonaro. Ele não é bem-vindo aqui dentro do Parque de Exposições, pois a nossa bandeira é verde e amarela”, disseram.

 

Mas o jogo virou. A Imperial Produções, responsável pelo show de João Gomes em Imperatriz, classificou o pronunciamento do SinRural como ‘intolerância’ e disse que a atitude só prejudica a cidade. Além disso, um empresário, identificado como Elton Gomes, presidente da AABB Imperatriz, ofereceu o espaço para a realização do show. “A locação do espaço, a AABB vai dar gratuitamente com vocês, porque não concordamos com nenhuma retaliação contra a cultura. Independentemente do João Gomes votar no Lula, Bolsonaro ou Ciro Gomes, ou qualquer outro candidato, nós receberemos ele de braços abertos”, disse o homem em vídeo publicado nas redes.

 

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