HISTÓRICO: o caso de racismo – mais um – que parou o esporte americano

O dia 26 de agosto de 2020 já pode ser considerado uma data histórica. Foi o dia em que as principais ligas dos Estados Unidos pararam contra o racismo e a justiça social. Desta vez os atos são inspirados no caso de Jacob Blake, 29 anos, alvejado com sete tiros pelas costas por policiais brancos na frente dos filhos no último domingo (23) em Kenosha, estado do Winsconsin. Ele está internado e, segundo familiares, perdeu o movimento das pernas.

 

Tudo começou quando o Milwaukee Bucks, maior franquia de basquete do Estado de Wisconsin, não entrou em quadra nesta quarta-feira (26) para enfrentar o Orlando Magic. O boicote foi uma forma de apoiar os novos protestos antirracistas, e foi seguido por outras franquias. Depois disso, toda a rodada dos playoffs da NBA, que aconteceria ontem, foi adiada pela organização. Diversas ligas de beisebol, futebol americano, basquete feminino e no tênis, como a Major League Baseball, a Major League Soccer (liga de futebol americano) e a WNBA (liga feminina de basquete) também apoiaram.

 

Os protestos contra o racismo nos Estados Unidos vêm numa crescente desde maio com a morte de George Floyd, sufocado por um policial branco em Minneapolis. A onda de protestos ganhou corpo no mundo todo.

FOTO: AFP – São Paulo,SP

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