“Tudo praticamente normal” em Wuhan, primeiro epicentro da covid-19, diz brasileiro após um ano de descoberto

“Aqui está tudo praticamente normal”, diz o paulistano Kenyiti Shindo, de 27 anos, à BBC News Brasil por telefone da cidade chinesa de Wuhan, onde vive. “Usamos máscara quando entramos em locais fechados, como bares, restaurantes ou shopping centers. Claro que existe uma preocupação de que o vírus volte, mas tudo já funciona como antes”, acrescenta ele.

 

Um ano após o novo coronavírus ter sido descoberto, a situação no local onde ocorreu o primeiro surto de covid-19 é bastante diferente da do restante do mundo ocidental. Segundo a Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, não há registros de novos casos e de novas mortes do vírus na província de Hubei, da qual Wuhan é a capital.

 

A China adotou uma estratégia de combate ao vírus que se provou bem-sucedida — o país não só confinou sua população, mas adotou um sistema de identificação e rastreamento de infectados que facilitou o controle do espalhamento da doença. Como resultado, as atividades em Wuhan começaram a ser retomadas progressivamente a partir de março.

 

Desde o início da pandemia, foram 68 mil casos e 4,5 mil mortes na região. (BBC  Brasil)

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