Nesta quarta (14), completa um ano de intervenção na Univasf, lembra Movimento em Defesa da Posse do Reitor Eleito

Há um ano tomava posse um reitor pro tempore na Univasf. Sua nomeação em abril do ano passado, gerou bastante polêmica por que não levou em conta a posição da comunidade acadêmica, mas a indicação do MEC que nomeou o prof. Paulo Cesar Fagundes, que é membro do Colegiado de Medicina do Campus Petrolina, e um apoiador da chapa perdedora, e também um ex-ministro da Educação, que segundo o Movimento, não deixa qualquer saudade aos que defendem a universidade pública brasileira, que deve ser: “democrática, inclusiva e de qualidade.”

 

De acordo com a nota enviada à imprensa, o resultado desta “intervenção” política era esperado e segundo eles, após um ano, não se tem nada a comemorar: “Falta de liderança, um arranjo institucional desastroso e dificuldade de diálogo com a comunidade acadêmica, principalmente, com o Conselho Universitário – CONUNI. Tudo isso nos coloca em posição de uma instituição fragilizada e sem rumo” completa a nota assinada pelo movimento.

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