GOOGLE, NETFLIX… Empresas dos EUA punem funcionários que se recusarem a ser vacinados contra a covid-19

Governos, empresas e universidades dos Estados Unidos estão tomando mais medidas mais rígidas contra funcionários que se recusarem a ser vacinados contra a covid-19. Isso se dá, inclusive, em virtude do avanço de mais uma onda de infecções no país, motivada pela variante delta, mais contagiosa e agressiva que outras versões do coronavírus.

 

Mais de 500 faculdades e universidades impuseram exigências de vacinas, assim como governos (a exemplo da administração federal) e grandes empresas, entre elas Walmart, Google, Netflix, Uber, McDonalds, Disney, United Airlines, Facebook, Twitter, Apple, Ford e General Motors. O Google anunciou que a medida iniciada nos EUA será  estendida para seus 144 mil funcionários ao redor do mundo. Já a Netflix implementou a mudança depois que novos protocolos de segurança foram firmados entre os sindicatos e estúdios de Hollywood.

 

O próprio presidente Joe Biden determinou que os 2 milhões de funcionários federais apresentem comprovante de vacinação ou sejam submetidos a testes obrigatórios e uso de máscara. Para advogados especialistas ouvidos pela agência de notícia Reuters, um dos fundamento legais desse tipo de medida é que exigir vacinas contra covid-19 seria uma forma de o empregador cumprir seu dever de reduzir os riscos no local de trabalho.

 

Atualmente, quase 70% das pessoas com 12 anos ou mais nos EUA receberam pelo menos uma dose da vacina, de acordo com os últimos dados do Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC). Segundo dados divulgados por autoridades americanas, 97% dos hospitalizados por covid e mais de 99% das mortes pela doença são de pessoas que não foram vacinadas.

 

*com informações da BBC

foto: Govesp

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