Covid-19: conheça quatro das seis vacinas mais avançadas e que estão sendo testadas no Brasil

Você sabia que das 164 pesquisas de vacina em desenvolvimento no mundo contra a covid-19, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), apenas 25 estão sendo testadas em humanos? Desse total, apenas seis estão em estado avançado, ou seja, na terceira e última fase de ensaios, sendo que quatro delas têm testes em andamento ou previstos no Brasil.

 

As vacinas mais avançadas são:

Coronavac: fabricada pela farmacêutica chinesa Sinovac, os testes estão sendo realizados desde 21 de julho em seis Estados, em 9 mil voluntários. Caso seja aprovada, será produzida pelo Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo. Poderá estar disponível no início de 2021. Estão previstas 240 milhões de doses. Serão duas doses de vacina.

 

Vacina de Oxford: desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, e que está sendo testada no Brasil em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia em 5 mil voluntários desde o dia 20 de junho. O laboratório Bio-Manguinhos, ligado à Fundação Oswaldo Cruz, produzirá a vacina no país segundo acordo firmado pelo Ministério da Saúde. Caso seja aprovada, serão 30 milhões de doses entre dezembro e janeiro e 70 milhões no primeiro semestre de 2021.

 

Pfizer: criado em parceria com a empresa alemã BioNTech (Estados Unidos/Alemanha). Os testes no Brasil estão previstos para agosto. A empresa negocia a viabilidade da produção da vacina no país, segundo a Pfizer.

 

Sinopharm: produzida pela farmacêutica estatal chinesa Sinopharm que iniciou os testes da terceira e última fase nos Emirados Árabes Unidos em 24 de junho com 15 mil voluntários. No Brasil, ela será testada no Paraná. A vacina aguarda autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a realização dos testes. A previsão é que esteja disponível até o final do ano. Caso seja aprovada, a Sinopharm fará a transferência de tecnologia para o TecPar (Instituto de Tecnologia do Paraná).

 

Além dessas, tem também Vacina russa, produzida pelo Instituto Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia, em Moscou, e que o governo tentou negociar uma parceria com o Governo do Paraná e o o Instituto Butantan, e a Moderna, dos EUA, que oficialmente foi a primeira a realizar testes em humanos e iniciou a terceira e última fase em 27 de julho em 30 mil pessoas.

com informações do R7

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