INÍCIO DO FIM? Após dois anos, pandemia dá indicadores que se encaminha para o final, entenda:

Depois de assustar o planeta fazendo explodir as novas infecções, a ômicron dá indicações de estar perdendo fôlego. Na última terça-feira (15), a OMS anunciou pela segunda vez neste ano uma queda de número de novos casos positivos.

 

 

Além disso, vale destacar que, no período de 7 e 13 de fevereiro, houve uma redução de 19% em comparação ao total registrado nos sete dias passados.

 

 

No Brasil, a semana também foi de boas notícias. A Fiocruz informou que, pela primeira vez em 2022, a taxa de ocupação dos leitos de UTI destinados a pacientes adultos com Covid-19 apontou melhora nos índices. É sempre difícil fazer previsões de qualquer ordem, sobretudo em relação a questões de saúde pública.

 

 

Faz-se necessário enfatizar que,  é bom ter em mente que não estamos completamente livres de ser novamente surpreendidos por um acontecimento inesperado, mas é improvável. No mínimo três condições são indispensáveis para o término de catástrofes provocadas por vírus: a existência de vacinas, a transformação natural do agente causador em direção a versões menos letais e a grande quantidade de pessoas naturalmente imunizadas, por terem contraído a doença. O mundo dispõe hoje das três premissas. Depois de tanto tempo, a volta à vida como era antes ainda produz alguma ansiedade e, de fato, o momento pede cautela. Os sinais de um alívio global, no entanto, estão finalmente no horizonte.

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