BC libera site para consulta a dinheiro esquecido em bancos; confira o passo a passo

O novo site do Banco Central do Brasil (BC) para consulta a dinheiro esquecido em bancos está no ar a partir desta segunda-feira (14). No endereço valoresareceber.bcb.gov.br, os usuários acessam o Sistema Valores a Receber (SVR) e podem consultar valores a receber em saldos esquecidos em contas que foram encerradas ou de restituição de cobranças indevidas, por exemplo.

 

 

 

Em 24 de janeiro, o BC chegou a inaugurar a ferramenta SVR, mas a enorme quantidade de acessos tirou o site do ar e o banco teve de adiar até conseguir inaugurar a nova plataforma para consulta, que está disponível desde a meia-noite de hoje (14).

 

 

 

Segundo o BC, os brasileiros deixaram de sacar cerca de R$ 8 bilhões em bancos e instituições financeiras. O dinheiro segue esperando para ser sacado e a maioria nem sabe que tem direito. Destes R$ 8 bilhões parados, o BC divulga os dados de R$ 3,9 bilhões que podem ser devolvidos nesta primeira etapa.

 

 

 

De acordo com a autoridade monetária, é preciso informar o CPF ou CNPJ cadastrados no site Gov.br. Você vai precisar de um cadastro Gov.br nível prata ou ouro – que oferecem mais segurança digital para solicitar os recursos. Não será possível acessar o sistema com login Registrato”, informa o BC. Por isso, na hora do cadastro gratuito vai pedir reconhecimento facial e criação de uma senha. O cadastro pode ser feito no site ou pelos aplicativos disponíveis nas lojas (Google Play e Apple Store).

 

 

 

Com o cadastro feito, é preciso voltar ao site valoresareceber.bcb.gov.br e confirmar a identidade por meio de um CPF ou CNPJ. Caso haja valores a receber, o sistema vai informar a data em que o saque poderá ser feito.

 

 

 

O Banco Central pode pedir que seja indicada uma forma de transferência do pagamento, como uma chave Pix. Caso o usuário esqueça a data, uma nova pesquisa poderá ser feita e o sistema vai informar uma nova data para retorno.

“O cidadão nunca perde o direito sobre os valores em seu nome”, reforça o BC, na nota. “As instituições financeiras guardarão esses recursos pelo tempo que for necessário, esperando até que o cidadão solicite a devolução.”

 

 

 

 

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